X-Men: Dark Phoenix

Chegou o fim de uma era, depois de Dark Phoenix os direitos sobre a propriedade dos X-Men regressam à casa-mãe, os Marvel Studios (e a Disney). Mas como seria a despedida? X-Men: Apocalypse já tinha sido um filme notoriamente abaixo dos dois primeiros do soft reboot que a série teve na Fox, iniciado com X-Men: First Class. Bryan Singer também deixava a cadeira de realizador e Dark Phoenix ficaria nas mãos do estreante Simon Kinberg, mais conhecido por ser o argumentista dos filmes de Singer (e do pavoroso X-Men: The Last Stand). Para além disso, o filme chegava aos cinemas quase dois anos após ter sido oficialmente filmado e de sucessivos adiamentos no seu lançamento, incluindo a filmagem de novas cenas, o que não augurava nada de bom… Os trailers também tinham sido muito mornos e a maldição ligada à personagem que dá o título ao filme (e que já havia sido o foco do mencionado The Last Stand) parecia que iria continuar. Continue reading “X-Men: Dark Phoenix”

Halloween

Quatro décadas após o original, eis que temos nas salas de cinema a décima primeira sequela de Halloween… mas desta vez os produtores resolveram fazer algo diferente, depois de os direitos sobre a franchise terem voltado à Miramax que se associou à produtora Blumhouse (dona das franchises Insidious, The Purge e Paranormal Activity, entre outras, mas também de filmes como Get Out ou Whiplash). Com o aval de John Carpenter, a ideia do comediante Danny McBride e de Jeff Fradley passava por fazer uma nova continuidade a partir do filme original, apagando todas as nove sequelas precedentes da mesma. O filme seria intitulado, com muito pouca imaginação, Halloween, exactamente como o original. Jamie Lee Curtis regressava para o seu papel mais icónico como Laurie Strode e a banda sonora seria do próprio Carpenter (com o auxílio do seu filho Cody e de Daniel Davies). A realização estaria a cargo de outra pessoa mais habituada a comédias, David Gordon Green. A promessa era voltar mais ao espírito quase voyeurístico do original, em que o antagonista Michael Myers se desloca através das sombras, sem nunca abusar da violência explícita, algo descurado na maioria das sequelas. Mas seria atingido o objectivo? Continue reading “Halloween”

The Shape of Water

O mago mexicano do cinema fantástico está de volta. Guillermo del Toro regressa com o seu mais recente trabalho, The Shape of Water, depois do desapontamento que Crimson Peak constituiu. Os louvores para The Shape of Water são elevados, maiores ainda do que aqueles que tinha recebido por aquele que é um dos meus filmes favoritos (e de longe o meu preferido dele), Pan’s Labyrinth (El Laberinto del Fauno), trazendo na bagagem não só alguns Globos de Ouro, incluindo melhor realizador, várias nomeações aos Oscars e ainda um surpreendente e prestigioso Leão de Ouro em Veneza para melhor filme da competição. Era assim com elevadas expectativas que aguardava The Shape of Water. Seriam atingidas? Continue reading “The Shape of Water”

Kubo and the Two Strings

Não costumo ir ver filmes de animação ao cinema. Alguns dos motivos para isso são: uma boa parte dos filmes de animação não tem pessoas da minha idade como público-alvo (mas este dá para a família quase toda); a esmagadora maioria das sessões em Portugal são na versão dobrada em português (mas claro, fiz questão de ver a versão original); a sala de cinema está repleta de miúdos barulhentos (eu era a única pessoa na sala). Mas abri uma excepção para Kubo and the Two Strings (Kubo e as duas cordas em Portugal), devido às excelentes reviews que tem tido. E quando o filme chegou ao fim, fiquei Continue reading “Kubo and the Two Strings”

Star Trek Beyond

Star Trek Beyond é o terceiro filme da saga desde o “reboot” de 2009 e o primeiro sem J. J. Abrams na direcção, tendo calhado esse trabalho a Justin Lin.

O argumento foi escrito por Simon Pegg, e neste novo episodio passaram-se três anos desde que a Enterprise iniciou a sua missão de exploração. Quando a tripulação se encontra em descanso na base espacial Yorktown, acede a um pedido de ajuda que leva a um conflito que deixa a tripulação separada num planeta hostil. Agora não só vão ter de sobreviver mas impedir o vilão Krall (Idris Elba) de utilizar uma arma que pode destruir a Yorktown e a própria federação, contando com a ajuda de Jaylah (Sofia Boutella).

 

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