Melhores Albuns do Sec XXI – 10 a 1

10. Killswitch Engage – Alive or Just Breathing (2002)

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Com o mundo do metal a sair de uma época de trevas onde o Nu Metal dominava o mainstream os Killswitch Engage pegaram em algum Nu Metal, um bocado de Hardcore, e juntaram-lhe Death Metal Melodico tipicamente sueco. Eventualmente o resultado acabou por ser “Alive or Just Breathing”, um álbum que acabou por ser histórico, sendo o principal responsável pela proliferação de bandas de Metalcore. Para quem conhece o estilo basta lembrar que neste álbum estão musicas como “Fixation on the Darkness”, “My Last Serenade”, “Life to Lifeless”, e que as restantes musicas não baixam a fasquia de qualidade.

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Melhores Albuns do Sec XXI – 20 a 11

 

20. Iron Maiden – A Matter of Life and Death (2006)

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“A Matter of Life and Death” segue na onda típica dos Iron Maiden pós reunião com Dickinson e Adrian. Apesar de não ser um álbum conceptual, todos os temas do álbum giram a volta de religião e guerra. O álbum tem um som bastante cru visto que não foi masterizado, o que funciona muito bem com o tema. Os temas que aqui são apresentados são bastante pesados, e a qualidade da composição das guitarras dá um tom épico e grandioso. “Brighter Than a Thousand Suns”, “The Longest Day” ou “For the Greater Good of God” são bons exemplos disto. Um dos grandes destaques vai para “The Reincarnation of Benjamin Breeg” uma musica que começa calma e dominada pelo baixo e o tom de voz calmo de Bruce Dickinson que se prepara para nos contar uma historia, até finalmente entrar um riff poderoso, e uma mão cheia de grandes solos de guitarra.

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Melhores Albuns do Sec XXI – 30 a 21

30. Steven Wilson – Grace for Drowning (2011)

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“Grace for Drowning” é o segundo álbum a solo de Steven Wilson, primeiro desde que ele decidiu focar-se nesta vertente da carreira. Nesta fase SW ainda não tinha uma banda fixa para o projeto a solo, tendo tocado quase todos os instrumentos exceto algumas participações especiais de músicos como Jordan Rudess, Nick Beggs, Tony Levin, Steve Hackett entre outros. “Grace for Drowning” é um álbum ao mesmo tempo mais “ambiental”, e mais experimental com a influências jazz a fazerem-se sentir. Entre as músicas mais experimentais e prog temos “Sectarian”, “Remainder the Black Dog” e a longa “Raider II” com os seus 23 minutos. Isso ainda deixa tempo para algumas baladas (que em SW são momentos de melancolia) como “Deform to Form a Star”, “Postcard” ou “Like Dust I Have Cleared from My Eye”, ou para uma bizarra “Index”.

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Melhores Albuns do Sec XXI – 40 a 31

 

40. Iron Maiden – The Book of Souls (2015)

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O álbum mais recente dos veteranos Iron Maiden é uma boa prova da vitalidade da banda. Seguindo o mesmo tipo de som que têm aplicado em todos os álbuns desde o regresso de Bruce Dickinson e Adrian Smith a banda. A musica inicial “If Eternity Should Fail” é bastante forte, bem como “Speed of Light” uma musica mais curta e imediata que funcionou muito bem como single. No entanto os grandes destaques vão para as duas musicas mais longas “The Red and the Black”, e “The Book of Souls”. No fundo é um álbum que fica bem junto dos clássicos da banda, e ao fim de 40 anos de carreira não são muitas as bandas que se podem gabar do mesmo feito.

 

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Melhores Albuns do Sec XXI – 50 a 41

 

50. OSI – Office Of Strategic Influence (2003)

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Em 2003 surgia um novo “super-grupo” de rock progressivo chamado OSI e que contava com Jim Matheos guitarrista dos Fates Warning, o ex teclista dos Dream Theater Kevin Moore, e o então baterista dos Dream Theater Mike Portnoy. O resultado poderia ser uma mistura entre DT e FW, mas ao invés disso os OSI adotaram um tipo de som totalmente diferente de tudo o resto. Em “Office of Strategic Influence” existe uma sonoridade mais eletrónica com os teclados em destaque, suportados por um excelente trabalho de precursão e riffs sólidos e pesados de guitarra. Ao longo do álbum inteiro não existe um único solo de guitarra, o que para um álbum de prog rock é quase estranho. A tudo isto junta-se o facto de ser Kevin Moore a cantar com a sua voz calma, e algo monocórdica e inexpressiva, que estranhamente funciona muito bem. O álbum inicia com boa dose de peso com “The New Math (what he said)”/”OSI”, tem os seus momentos mais etéreos em “Head” e “Hello, Heliocopter!”. Existe ainda ShutDOWN com momentos quase Tool e com a participação de Steven Wilson como vocalista. A referir ainda a maravilhosa cover de “Set the Controlls for the Heart of the Sun” dos Pink Floyd.

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Melhores Albuns do Sec XXI – 60 a 51

60. Ayreon – The Universal Migrator (2000)

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“The Universal Migrator” é um álbum conceptual dividido em duas partes. Tal como é habitual em Ayreon todos os “papéis” na história são interpretados por vários vocalistas convidados criando uma sensação de ópera prog rock. O tema de ficção científica da história e a sonoridade de rock progressivo misturam-se de uma excelente forma. Repleto de grandes musicas como “My House on Mars” , “One Small Step”, “Dawn of a Million Souls” ou “Into the Black Hole”, o projeto acaba por ganhar com a participação de excelentes vocalistas como Lana Lane, Floor Jansen (Nightwish), Neal Morse, Russell Allen (Symphony X), Andi Deris (Helloween), Bruce Dickinson (Iron Maiden), Fabio Lione (Rhapsody of Fire) ou Timo Kotipelto (Stratovarius).

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Melhores Albuns do Sec XXI – 70 a 61

70. Bathory – Nordland I/II (2002)

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“Blood Fire Death” foi o primeiro álbum extremo que ouvi  e portanto tenho um carinho especial por Bathory. A banda de Quorton basicamente definiu todo o conceito de viking metal com o álbum que referi e especialmente o álbum que se seguiu “Hammerheart”. “Nordland” segue os mesmos princípios. Vicking Metal com um som old school que apesar da sua simplicidade é quase a própria definição de épico. Seja no tema titulo que abre o álbum, “Blooded Shore”, “Foreverdark Woods” tudo soa grandioso e sentimos que fazemos parte de uma saga nórdica. Tenho que destacar também a bela balada “Ring of Gold”.

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Melhores Albuns do Sec XXI – 80 a 71

80. Russell Allen & Jorn Lande – The Battle (2005)

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Quando duas das melhores vozes do metal fazem um projecto em conjunto e a isso se juntam excelentes musicas de metal melódico o resultado só pode ser especial, tal como é este The Battle. São 12 faixas de puro heavy metal, com refrões memoráveis e momentos poderosos. Basta ouvir “Silent Rage” ou a grande “Come Alive” para perceber do que falamos aqui. Como não poderia deixar de ser acabamos com uma power ballad, e das boas, “The Forgotten Ones”.

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